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Prefeitura Municipal de Antas

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Visão Geral

Visão Geral

Bandeira Bandeira do Município
Brasão
  • Aniversário: 13 de agosto
  • Fundação: 13 de agosto de 1953
  • Padroeiro(a):Nossa Senhora da Conceição
  • Gentílio:Antense
  • Cep: 48420-000
  • População: 17078 (estimativa)
  • Prefeito(a):Manoel Sidonio Nascimento Nilo (PSL)
    2017 - 2020

Geografia

Características geográficas
Área 383,991 km² [2]
População 17 078 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 44,48 hab./km²
Altitude 440 m
Clima semi-árido
Fuso horário UTC-3

População

População 17 078 hab. IBGE/2010[3]

Clima

semi-árido

História

Antas é um município brasileiro do estado da Bahia. Localiza-se a uma latitude 10º24'sul e a uma longitude 38º20' oeste, estando a uma altitude de 610 metros.

Tem como rodovias de acesso a BA-392 e a BR-110.

O município possui um distrito, que è o Distrito de Duas Serras, localizado 7km antes da entrada da cidade pela BA-352.

Conforme registros na JUCEB, possui 0 indústria, 395.º lugar na posição geral do estado da Bahia, e 250 estabelecimentos comerciais, 205.ª posição entre os municípios baianos. Seu parque hoteleiro registra 20 leitos. registro de consumo elétrico residencial (kwh/hab): 74,08 - 215º no ranking dos municípios baianos.
Os índios quiriris foram os primeiros habitantes da região, sendo, no domínio português, catequizados pelos padres da Companhia de Jesus. No local da catequese, formou-se uma povoação, que teve rápido desenvolvimento a partir das entradas que penetravam o sertão baiano. Município criado com território desmembrado de Cícero Dantas e de Jeremoabo, por Lei Estadual de 13 de agosto de 1953. A sede, criada como distrito, em 1933, foi elevada à categoria de cidade quando da criação do município. O município leva o nome de Antas, em virtude do fato dos primeiros moradores terem encontrados várias Antas(animal) no local, assim, resolveram dar o nome de "Antas".

Outra versão da história, retrata o episódio de maneira diferente, afirmando que teria sido encontrada somente uma Anta, ou mesmo, o nome teria sido dado por outro motivo.

Nenhuma das versões aparentemente é perfeitamente comprovável.

Turismo

Cruzeiro

Cruz, erguida no Século XIX em ponto de difícil acesso na Serra Anane. É reverenciada pela comunidade principalmente na época dos festejos da Semana Santa, quando tradicionalmente os moradores acordam de manhã cedo e seguem para lá em silêncio ou murmurando orações. É um momento de religiosidade profunda, de conversa íntima com o universo do divino, de pedir e de agradecer. Materializadas nas formas de ex-votos, as graças concedidas são depositadas nos pés das cruzes.

A quantidade de objetos que o tempo acumulou oferece testemunho da força do local. Muitos pedidos foram realizados: curas, desejos, aspirações, tudo o que é importante para a vida. Algumas crianças que tiveram o destino de morrer "pagãs" também estão enterradas em pequenas covas ao redor do cruzeiro. Os locais de sepultamento são lembrados com cruzes azuis que surgem do mato de flores amarelas. É um espaço de muito respeito.

Conta-se que certa vez um homem bêbado brincou com os ex-votos, jogando alguns deles na mata da encosta da serra. Ele morreu pouco tempo depois, e seu fantasma apareceu para um amigo pedindo-lhe para que recuperasse os objetos e que os depositasse novamente ao pé da cruz. O amigo atendeu ao pedido, mas não conseguiu encontrar todos. Faltava um único, que o próprio fantasma teve que encontrar e dizer a localização: próximo a um pé de facheiro, escondido dentro de um gravatá. O amigo então conseguiu recuperar o que faltava e a alma do homem descansou.